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Caí de paraquedas e olhe o que deu..

Caí de paraquedas e olhe o que deu..

Antes de tudo, o paraquedas abriu! Ok?

O título é real porque aconteceu de maneira inesperada, foi a mesma sensação de cair de paraquedas - mente aberta e não sabendo onde ia cair. Vou compartilhar aqui minha história como empreendedor no contrapé para entrar no mercado de trabalho.

Na virada de 2017/2018 como todos os anos aqui em casa temos o costume de desejar uma única palavra para sí próprio para o ano seguinte, naquele ano eu desejei sabedoria. A ciência diz que as palavras tem poder, e de fato tudo que vem acontecendo comigo é fruto desse desejo, foi ai que passei a estudar mais sobre isso que contarei mais para frente..

"Desejo é o primeiro elemento para realização" Anthony Robbins

Em setembro de 2018 meu irmão Natan, que faz Engenharia da Computação me chamou para entrar em time dele de um programa chamado PIBEP da PUCPR. Não aguentava mais frequentar a universidade e já no fim de concluir o curso de Engenharia, resolvi me jogar! Entrei de cabeça para saber o que era essa tão falada startup e como elaborar uma ideia, resultado disso foi um projeto de Games e uma sequência de premiações, viagens, palestras, network. 

Falar do ecossistema de startup de Curitiba para mim é fácil, nesses período passei a frequentar todos possíveis eventos da cidade, apesar de ser fechado (típico de perfil de engenheiro) conheci muitas empresas e pessoas que me fizeram ser o que sou hoje - Leo Tostes é um. Nessas andanças e busca pelo conhecimento foi o que contribuiu para ganhar a sexta edição do PIBEP em 2º lugar com o projeto de Games, fomos para São Paulo mais duas vezes depois disso para fazer apresentações de pitch do projeto. Até aí deu para perceber que minha carreira estava decidida como empreendedor, mas vamos dar uma pausa e ver um dos meus primeiros pitch de apresentação.

 

"Vagabundo Social" foi o que falamos para banca de avaliação como um termo para descrever os gamers - nossos clientes.

Essa ideia se estagnou no fim do programa da universidade em dez/2018 por uma decisão do time. Como foi a primeira participação como empreendedor me fez ter uma visão fora da caixa e pensar em fazer outros desafios como este, 3 dias depois apareceu um programa chamado Renault Experience - e assim foi, email de inscrição dia 13.12.2018!

Bora lá! Reunir a equipe, traçar o caminho, formular a ideia, entender a proposta do RX e Hands-on! Tão fácil que seguimos as primeiras semanas do programa perdidos com a ideia para adaptar a solução na categoria de mobilidade, nessas horas que você pensa em desistir. Nessa fase do programa aprendi um termo comum entre as startups:

Feijão com arroz - fazer o básico.

O projeto Subwater que tinha como objetivo obter uma prevenção aos veículos e a sociedade contra inundações nos grandes centros urbanos tomou um rumo depois da metade do programa, mas ainda sim não conseguimos chegar na final. Um grande potencial de aprendizado para todos do time inclusive para mim que fui convidado a ser Embaixador da Renault Experience depois do programa.

 


Hoje estou envolvido com o projeto de Games com outro propósito (vou deixar para contar no próximo artigo), buscando ainda mais conhecimentos nas áreas de Tecnologia e Inovação.

Conselhos?!

  • Se jogue, caia de paraquedas;
  • Faça o básico - feijão com arroz;
  • Tenha mentores;
  • Mais importante: conheça quem você é, busque uma evolução contínua.

 

Um Abraço, Lucas Bosso.

 

 

 

 

Renault Experience
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Engenheiro por formação e neurocurioso pelo destino. Me enfio nas "quebradas" para ver no que vai dar. Estou me autodescobrindo pelos jogos, em meio a isso tenho um projeto voltado aos Gamers.

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