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Por que empreender ainda na faculdade?

Por que empreender ainda na faculdade?

 

Em 2014 comecei a conviver profissionalmente no meio universitário, fui trabalhar na PUCPR, no inicio ainda um pouco distante do dia a dia do meio acadêmico porque ainda atuava como uma forma de consultor externo. A medida que fui me envolvendo e finalmente contratado como coordenador da aceleradora Hotmilk passei a conviver de verdade nesse ambiente e comecei a perceber várias coisas curiosas e eventualmente preocupantes sobre o tema empreendedorismo universitário.

Vou aqui colocar alguns pontos que considero importantes sobre esse tema empreendedorismo e universidade, e porque você deve aproveitar esse momento para pensar e começar a se envolver com esse meio de negócios de verdade.

1. Sua instituição de ensino tem mais a te dar do que você pode imaginar.

A maioria das instituições de ensino possuem atividades extra curriculares abertas aos alunos. São programas de empreendedorismo, incubadoras, programas de impacto social, empresas junior, treinamentos em temas interessantes, grupos de estudos, grêmios, grupos sociais e etc. Ir para a aula e depois voltar para casa é perder muitas vezes oportunidades de ouro.

Eu que trabalhava na PUCPR coordenava o programa de startups da universidade, e tínhamos alunos em todos os ciclos, ansiosos para tentarem construir seus negócios e terem acesso a mercado, porém de verdade mesmo eram poucos inscritos. Assim como a PUCPR, outras tantas instituições também tem e a maioria dos estudantes parecem perder essa chance, que quase sempre, é gratuita ou já esta no custo de ser estudante de uma determina instituição.

Dica: Busque na sua instituição, pergunte aos professores, coordenadores de cursos e nos grupos organizados de estudantes se há oportunidades de se aprimorar e as vezes de alavancar um negócio.

2. Ter suporte familiar.

Não posso falar de todos, porque muitos estudantes tem desafios diários que mesmo suas famílias não conseguem ajudar. Mas para aqueles que tem essa condição, muitas vezes ter casa, cama, comida e roupa lavada ajuda a ter tempo para construir seu primeiro negócio "PAItrocinado". 

O que mais chama atenção nesses casos são essas pessoas que são privilegiadas que não aproveitam as oportunidades e esperam a vida passar, contando que a família irá mante-los por toda a sua vida.

E ter suporte familiar nem sempre quer dizer dinheiro, mas também apoio emocional, otimismo e acima de tudo, confiança, afinal, empreender é um desafio em qualquer estágio das nossas vidas.

Dica: Se você tem essa vantagem, converse com a sua família, diga que gostaria de poder tentar empreender e gostaria de apoio. Pode ser uma grande chance de dar inicio a um negócio.

3. Ter acesso ao mercado de forma diferenciada.

Sempre dei a dica para os estudantes: Empresários, executivos e entusiastas sempre gostam de ideia de ajudar estudantes a criarem negócios. Muitos passaram pela mesma situação e se sentem no dever de "devolver" na mesma moeda. 

Lembre-se, para muitos, os jovens são o futuro do país e essas pessoas tentam apoiar esse tipo de iniciativa.

Dica: Procure por pessoas que você considere um exemplo, tente marcar de conversar, deixe claro que é estudante e esta em busca de aprendizado, ou quem sabe um mentor que possa orienta-lo durante sua jornada. Não todos, mas sempre surgirão pessoas dispostas.

Essas dicas são simples, mas passam despercebidas durante essa fase em que se esta estudando num curso superior. Por isso mesmo, programas como o Renault Experience são tão importantes, porque não apenas estimulam a inovação e o empreendedorismo, mas abrem oportunidades reais de termos casos de sucesso entre estudantes ainda no período do seu curso.

 

E aí vamos conversar e como você pode impactar a sociedade ainda dentro da sua universidade?

 

Vamos se conectar aqui e no LinkedIn.

 

 

Renault Experience
Leo Tostes
Leo Tostes Seguir

Especialista em inovação aberta e sócio na Haze Shift. Tem o propósito de ajudar organizações a impactarem o mundo de forma positiva e se transformarem criativamente e digitalmente.

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